Contato

Criciúma/SC - Email: prfvirtual@gmail.com

O GP

Minha foto
Com a saída do professor Paulo Rômulo de Oliveira Frota da UNESC, o Grupo de Pesquisa passa a ter esta nova configuração.

terça-feira, fevereiro 01, 2011

PARTICIPAÇÕES PREVISTAS

Simpósio INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA E JUVENTUDE, VISÕES INTERDISCIPLINARES, que será desenvolvido junto ao I ENCUENTRO DE LAS CIENCIAS HUMANAS Y TECNOLÓGICAS PARA LA INTEGRACIÓN EN EL CONOSUR, de 5 a 7 de maio de 2011, na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil.

Proposta do Simpósio INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA E JUVENTUDE, VISÕES INTERDISCIPLINARES:

As diferentes formações sociais ao largo da história e também do presente compuseram y compõem inúmeros significados e atributos às suas classificações etárias, nem sempre convergentes. A configuração das classes de idade e suas conseqüências sociais - no modo de produzir, de viver, de dividir o trabalho, de hierarquizar as relações, nas relações de gênero - implicam numa importante variável na organização das diferentes sociedades no tempo. Aí que, em termos atuais, a infância, a adolescência e a juventude, compõem três universos de idade cheios de construção de significados e projetos.
Este simpósio tem o propósito de congregar investigações sobre a América Latina (em especial o Cone Sul) de diferentes campos do conhecimento (história, sociologia, Antropologia, Serviço Social,
Direito, Educação, etc.) que problematizem a relação da infância, da adolescência y juventude com a sociedade, seja quanto às representações, projetos políticos, ações sociais, construção de espaços institucionais, construção de saberes e profissões, experiências concretas de vida.
O objetivo do colocar em colaboração matizes de diferentes campos do conhecimento procura proporcionar um diálogo e reflexão interdisciplinar, ao mesmo tempo objetiva estimular o esforço por amenizar as fronteiras disciplinarias e facilitar uma melhor comunicabilidade entre os saberes.

COORDENADORES:
Msc. Eduardo Silveira Netto Nunes:
Doutorando História Social Universidade de São Paulo, bacharel em Ciências
Jurídicas e Sociais, e História. edunettonunes@hotmail.com
Dra. Olga Brites: Professora Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo. olgabrites@uol.com.br

NORMAS PARA ENVIO DE RESUMOS:

1- O resumo deverá ter entre 10 a 15 linhas, em espaçamento 1,5; fonte Times New Romam, tamanho 12.

2- Indicação do nome (s) do (s) autor (es), da Instituição de origem, titulação e título do trabalho. O número máximo de autores de cada trabalho será limitado a dois.
3- Os resumos podem ser escritos português ou espanhol.

4- O prazo para envio dos resumos é até 28 de fevereiro de 2011.

5- Os resumos para esse simpósio devem ser enviados exclusivamente aos dois e-mails seguintes:
edunettonunes@hotmail.com
olgabrites@uol.com.br

6- A carta de aceite dos trabalhos aprovados será emitida até 03 de março de 2011.

7- O pagamento da inscrição dos trabalhos aprovados será efetuado no credenciamento do evento com base nos seguintes valores:
a. Professor universitário com comunicação = 50 US
b. Aluno de Pós-graduação com comunicação = 35 US
c. Aluno de Graduação com comunicação = 30 US

8- De acordo com a
Organização será publicado CD ROM com os trabalhos apresentados no Evento.

9- Organização Geral:
IFSul - Instituto
Federal Sul-rio-grandense, Campus Pelotas - RS - Brasil

10- Mais Informações
sobre Evento:
http://www.dialogosenmercosur.org/
http://www.dialogosenmercosur.org/Folheto%20Evento%20Pelotas.pdf
http://www.internacionaldelconocimiento.org/documentos/pagweb/convocatoria_pelotas_%202011.pdf

terça-feira, janeiro 18, 2011

PARTICIPAÇÕES PRESVISTAS PARA 2011

III SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO BRASILEIRA - UNICAMP - SP

Plano Nacional da Educação: Questões Desafiadoras e Embates Emblemáticos
28 de Fevereiro, 01 e 02 de Março de 2011
CEES - Centro de Estudos Educação e Sociedade
Considerando o objeto de estudo do CEDES que é a relação entre educação e sociedade , o qual orienta suas produções e atuações, o CEDES retoma o III SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO BRASILEIRA - IIISEB -, tendo como tema o PLANO NACIONAL DA EDUCAÇÃO: QUESTÕES DESAFIADORAS E EMBATES EMBLEMÁTICOS. Com esta temática problematizadora, o CEDES busca dar continuidade à reflexão sobre os desafios e caminhos para a educação brasileira, em suas etapas básica e superior, na educação complementar e nas políticas que lhes são pertinentes, como financiamento, valorização e formação do professor. As temáticas propostas são de extrema relevância para reflexões sobre formulação de um Plano Nacional da Educação (PNE), a partir do qual e em regime de colaboração, se recoloca a possibilidade de um Sistema Nacional da Educação.
Nos dias 28/02, 01 e 02/03/2011 acontecerá na FE da Unicamp o III Seminário de Educação Brasileira "Caminhos na Construção do Plano Nacional da Educação: Questões Desafiadoras e Debates Emblemáticos" organizado pelo CEDES.
Estão abertas as inscrições para apresentação de trabalhos até o dia 20/12/2010.
Maiores informações : http://www.cedes.unicamp.br/seminario3/seminario.htm

IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO em 19 de Março de 2011. Angola/Brasil
http://www.admitphoenix.com/index.php?option=com_content&view=article&id=47:mensagem-do-chanceler&catid=44:pagina-inicial&lang=pt
Sessões de Apresentação
1° Sessão Brasil 1:
Data: 19 de Março
Local: Avenida Carlos Gomes n° 1610 Conj 607
Horário: 15:00h
2° Sessão Brasil 2:
Data: 26 de Março
Local: Em Agendamento
Horário: 19:00h
3° Sessão Angola/Luanda:
Data: 2 de Abril
Local: Em Agendamento
Horário: 19:00h
A inscrição terá um custo representativo de U$ 50,00 (cinquenta dólares), comum a todos os participantes.

Na inscrição os participantes poderão solicitar a certificação do IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO. Os que desejarem receber o referido certificado, opcionalmente, deverão acrescer no depósito bancário da inscrição (U$ 50,00), mais o valor (U$ 15,00) referente à produção e remessa do certificado, totalizando U$ 65,00.


1º  Seminário Nacional de Educação e Racionalidade - UNIPLAC - Lages - 26 a 28 de setembro/2011.
 

IV Seminário Internacional sobre filosofia e educação: Racionalidade reconhecimento e experiencia formativa - UPF - Passo Fundo - 18 a 21 de maio/2011. http://www.pedagogia.seed.pr.gov.br/
A quarta edição do evento visa discutir o tema “Racionalidade, reconhecimento e experiência formativa”. Pretende-se estabelecer um debate sobre os desafios colocados atualmente para o desenvolvimento de experiências formativas e para a busca de reconhecimento por indivíduos e grupos que permeia o atual contexto de sociedades complexas e pluralistas. Nesse sentido, buscar-se-á analisar em que medida é ainda possível assegurar em tal contexto a capacidade das pessoas em realizar autênticas experiências formativas e de vivenciarem as experiências de reconhecimento recíproco como meio de formação prática de sua própria identidade. A perda da capacidade de fazer experiências formativas e o aprofundamento das experiências de desrespeito podem privar a pessoa de constituir uma identidade autêntica e de levar adiante sua auto-realização em sentido intersubjetivo. Email: seminariofil.edu@upf.br



XI - SEU - Seminário de extensão da Unioeste - Fco. Beltrão.  De 18 a 20 de maio de 2011 - XI - SEU - Seminário de extensão da Unioeste - Fco. Beltrão
http://www.cascavel.unioeste.br/?searchword=seminario&searchphrase=any&limit=&ordering=newest&view=search&Itemid=934&option=com_search



V EBEM - Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo
“Marxismo, Educação e Emancipação Humana”
11, 12, 13 e 14 de abril de 2011
http://educfisicaufal.wordpress.com/2010/10/25/v-ebem-encontro-brasileiro-de-educacao-e-marxismo/
Universidade Federal de Santa Catarina – Florianópolis – Brasil. O EBEM é um encontro de âmbito nacional que tem por objetivo possibilitar a discussão entre investigadores, professores, estudantes, militantes dos movimentos sociais e os diversos núcleos de pesquisa que abordam o tema da educação na perspectiva teórico-metodológica do materialismo histórico.

IV Seminário Brasileiro de Estudos Culturais e Educação - Internacional
http://www.4sbece.eventos.dype.com.br/inscricoes
Termina em 15 de dezembro o prazo de envio de resumos para o 4º Seminário Brasileiro de Estudos Culturais e Educação e do 1º Seminário Internacional de Estudos Culturais e Educação. Os eventos acontecem de 23 a 25 de maio de 2011 no campus da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) de Canoas (RS).
10/01/2011 - Data limite para envio de resumos
10/03/2011 - Divulgação dos trabalhos aceitos
10/04/2011 - Data limite para envio do trabalho completo
Evento acontece em Canoas (RS), em maio

segunda-feira, dezembro 27, 2010

O sentido de aprender, está no prazer de ensinar!

Por Luciane de Oliveira Silva

Em toda parte se ouve os professores dizerem: “os alunos não tem interesse em aprender o que queremos ensinar”. Quando nos deparamos com isso concluímos que ele não tem interesse em compreender e aprender. Também muitas vezes achamos que a própria condição de trabalho na escola desestimula isso. Então, ainda nos cabe a pergunta: o que podemos fazer diante desse quadro de modo que os alunos dediquem esforço e atenção necessários para a aprendizagem?
Refletir questões como essa, resulta no reconhecimento do real papel do educador como agente ativador da motivação e interesse em aprender. Motivar para a aprendizagem, porém, não é uma tarefa fácil. Em primeiro lugar, o aluno, como ser humano, se move por diversos motivos e emprega energia diferencial nas tarefas que realiza. Isso dificulta a concentração e a reflexão pessoal sobre a conduta humana. Em segundo lugar, motivar para aprender implica lançar mão de recursos não exclusivamente pontuais que obedeçam apenas um determinado momento. O professor precisa utilizar recursos do momento que sirvam de motivação, interagindo com qualidade o aluno em seu conhecimento. Em terceiro lugar, podemos dizer que a motivação é algo complexo, processual e contextual. A motivação está inserida no significado que isso tem para o aluno.
Ao observar o comportamento e reações dos alunos durante as atividades propostas é possível identificar seus deferentes objetivos.

Em alguns casos, o mais importante para ele é aprender algo que faça sentido, possibilitando-o descobrir, por trás das palavras, novos significados e habilidades, buscar explicação para um problema relativo a um tema que se deseja compreender, etc. Sempre buscando satisfazer seus interesses, logo, chegando a sua realização.

Em outros casos, a principal preocupação do aluno é não ser sair mal na frente dos colegas ou ainda para ter a atenção de seus professores e pais, e acaba não questionando ou solucionando suas dúvidas pelo medo de ser caçoado, preservando a própria imagem. Levar em consideração a imagem e a “nota” é um fator prejudicial, pois gera uma aprendizagem mecânica, sem sentido real. É comum, principalmente na adolescência, de acordo com Tapia e Fita (1999, p.20), ouvir os alunos com [...] a preocupação em agir com autonomia, fazendo as coisas porque se quer ou aceita de bom grado fazê-las, e não porque se é obrigado. É o caso do aluno que se pergunta: “Por que têm de me obrigar a estudar isso que não me interessa?”
Neste contexto, compreende-se que se o aluno realizar as atividades escolares movidos por algum objetivo particular, isso origina a motivação resultando em uma aprendizagem mais significativa.
Na realidade, as atuais possibilidades de se motivar os alunos são poucas, pois na rede de ensino tudo lhe é imposto, desde professores, colegas, currículo, atividades, programas, avaliações, etc. No entanto, ainda é na escola que ocorrem as oportunidades de desenvolvimento de certas habilidades pessoais, principalmente na adolescência quando a preocupação com a autonomia pessoal se acentua. É neste espaço que alguns alunos descobrem sua autonomia e se veem favorecidos por ela, pois observam oportunidades de opções e alternativas, aprendem a selecionar o grau de relevância de seus próprios objetivos, estudando com motivação, tomando assim consciência do real sentido de aprender.
O aluno depende de sua auto-estima, se optem maus resultados acaba concluindo que não consegue aprender tal matéria, deixam de se esforçar e perdem totalmente o interesse diminuindo a auto-estima, assim podemos considerar que a avaliação gera insegurança e tensão nos alunos. A avaliação pode afetar de modo positivo ou negativo a motivação, então é necessário que as atividades utilizadas para avaliação sejam bem preparadas e organizadas, sendo importante evitar comparações entre as notas alcançadas entre os alunos.
É interessante que ao iniciar uma aula o professor gere condições necessárias para motivar seus alunos a aprender, e despertar a atenção e interesse compreendendo a relevância do que vão aprender. Deve saber selecionar e classificar a importância dos conteúdos a serem trabalhados, e dessa maneira, partir do conhecimento prévio do aluno e variar as atividades de forma organizada e sistemática, para despertar interesse a curiosidade do grupo envolvido.
A motivação não depende apenas do aluno ou do professor, mas sim de um contexto, pois é um conjunto de variáveis que ativam a conduta e a orientam em determinado sentido para alcançar um objetivo, por isso a necessidade de se avaliar a metodologia aplicada ao ensino, sendo que ela é responsável pelo método gerador da construção do conhecimento. É fundamental que exista uma relação de respeito e interação entre aluno x aluno, aluno x professor, e até mesmo entre professor x professor para que haja um aprendizado interdisciplinar.
Se um professor não se sente motivado em sua profissão, é muito difícil que ele seja capaz de entusiasmar seus alunos. Tapia & Fita (1999, p.66), complementam que “a motivação é um dos temas chave para que possamos alcançar os objetivos que nos propomos, isto é, que os alunos aprendam e desenvolvam ao máximo suas capacidades em todos os âmbitos”. É extremamente importante conhecer profundamente o conteúdo que se vai trabalhar, selecionar os itens que possam interessar aos alunos, cercando-os de conceitos, procedimentos e atividades, para que a comunicação em sala de aula ocorra de maneira motivada e estimulante e possibilite a construção do conhecimento.
Dessa forma, para instigar o raciocínio dos alunos de acordo com Tapia & Fita (1999, p.100) é importante trabalhar os aspectos relacionados à lógica das diferentes matérias, a formulação de perguntas detalhadas “[...] a capacidade de analisar as novas informações e a realização de novas sínteses”. Torna-se necessário adotar métodos sistemáticos e organizados para possibilitar ao aluno o raciocínio.
O professor precisa atualizar seu currículo, participando de cursos de aperfeiçoamento, palestras, debates, ampliando a formação necessária para que seja capaz de motivar os alunos. É fundamental que os governantes invistam na formação profissional do professor, garantindo motivação ao grupo e novas perspectivas e melhorias para a educação.
O trabalho do professor precisa fundamentar-se no incentivo, ampliando o sentido de aprender, no prazer de ensinar!!!

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Seminário de Políticas Públicas e Educação - FURGS

SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO : Constituindo a cidadania? – FURG - Carreiros, Rio Grande/RS – 19 e 20 de novembro de 2010.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CONSCIENTIZAR PARA VIVER MELHOR

Luciane Oliveira Silva- Mestranda - lucianealcionir@hotmail.com
Ms. Miriam Conceição Martins – mcm@unesc.net
Dr. Paulo Rômulo Oliveira Frota – prf@unesc.net



Mestrado em Educação – UNESC
Criciúma/SC

 
Local do evento - FURGS

As inovações tecnológicas, principalmente a partir do século XVIII, proporcionaram maior velocidade ao processo de transformações da matéria-prima. Devido ao crescimento econômico, gerado pela Revolução Industrial, a humanidade desenvolveu hábitos que geraram uma série de problemas ambientais, surgindo a necessidade do estabelecimento de educação ambiental em todas as redes escolares. O projeto “Educação Ambiental: conscientizar para viver melhor” teve como objetivo possibilitar reflexões sobre o meio ambiente e as conseqüências da falta de educação ambiental. Envolveu 25 alunos de Ensino Médio, da Rede Estadual de ensino, E. E. B. Walter Holthausen do município de Lauro Müller/SC, no primeiro semestre de 2010. O projeto iniciou com reuniões de estudo e discussões sobre o tema, resultando na elaboração de conceitos e na confecção de materiais de apoio, como: cartazes; revistas (Fanzines); bonecos ecológicos; entre outras. Após coletados e analisados os dados, pode-se observar que a Educação Ambiental precisa ser desenvolvida gradativamente de forma didática, ou seja, adotando metodologias que priorizem o estudo da realidade local, fazendo parte do planejamento escolar. Identificou-se que apesar do grande número de informações do mundo globalizado, existe necessidade de se trabalhar educação ambiental nas escolas, já que o tema é de interesse a toda a sociedade. Constatou-se, que a falta de consciência da população é gerada pela carência na qualidade de informações. Então, cabe a escola desenvolver atividades e materiais que sirvam de apoio e proporcionem à comunidade, a reflexão e compreensão sobre essas questões. Os alunos apropriaram-se dos conhecimentos abordados, demonstrando consciência ambiental e percepção diante da real necessidade de adotarmos hábitos saudáveis em busca de uma melhor qualidade de vida.
Palestras sobre Políticas Púlicas



Palavra chave: Educação Ambiental; Ensino; Responsabilidade Social.
Nosso trabalho


segunda-feira, novembro 08, 2010

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO

B83 - Avaliação processual e suas implicações para o ensino



Robinalva Borges Ferreira - rfe@unesc.net
Paulo Rômulo de Oliveira Frota - prf@unesc.net

Unesc - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Resumo

O campo estabelecido para o presente estudo foi a avaliação processual realizada por professores da Unidade Acadêmica de Ciências Sociais Aplicadas (UNA CSA) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), uma universidade comunitária situada em Criciúma (SC). Os pressupostos do Projeto Pedagógico Institucional (PPI) apontavam para uma avaliação processual, cuja implementação ocorreu no segundo semestre de 2007. O sistema avaliativo deixa de ser pontual e classificatório, adotando uma postura de acompanhamento mais individualizado do acadêmico. A função principal da avaliação processual é aprimorar o processo de aprendizagem e ampliar a probabilidade de que todos os estudantes aprendam. Com o objetivo de analisar como os professores internalizam o conceito de avaliação processual e suas relações com o ensino e a aprendizagem, montamos um estudo de caso, utilizando como instrumento de coleta de dados a entrevista, com uma amostra de dez professores da UNA CSA. A análise sofreu os procedimentos de análise do conteúdo, de Bardin (2006). Como resultados principais, podemos apontar: Os conceitos de avaliação processual apresentados pela amostra não demonstram conter os atributos necessários para que sejam classificados como conceitos científicos, não permitindo, portanto, que os docentes externassem o conceito. As funções da avaliação foram as seguintes: de medida, de obrigatoriedade da lei e de acompanhamento do processo. Também aponta a autoavaliação como um elemento importante do processo avaliativo. Vários instrumentos avaliativos são utilizados, sendo a prova escrita e individual a preferida. Dois conceitos de ensinar foram apresentados, um referente à transmissão do conhecimento e outro à mediação do conhecimento. Três conceitos de aprender foram citados: retenção do conhecimento, apropriação do conhecimento e aprender e ensinar como processos inseparáveis, concordantes com a conceituação anterior. E ainda, para a metade dos professores a formação continuada dos docentes da instituição não foi suficiente para a elaboração do conceito de avaliação processual.

Palavras-chave: avaliação processual, conceitos, educação superior.

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE DO MINHO/PORTUGAL– 4 A 6/11/2010


Avaliação do professor – revisitando os clássicos em busca de uma solução mediada.
 Maristela Gonçalves Giassi
Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC
Paulo Rômulo de Oliveira Frota
 Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Resumo

 A avaliação do rendimento docente sempre foi um ponto de discórdia entre professores e estudantes. Embora seja farta a discussão acerca deste tema, ela, todavia ainda não responde a contento a questão. Neste trabalho são retomados os clássicos da avaliação para uma releitura, utilizando um modelo que compara a avaliação do docente feita pelo aluno e a auto-avaliação feita pelo docente, buscando uma saída dialogada para o impasse acerca da eficiência e qualidade do ensino efetuado pelos professores de Ciências Naturais do ensino médio. Este estudo tem por objetivo comparar a avaliação do professor realizada pelo aluno e a própria auto-avaliação, analisando coincidências e divergências nos julgamentos emitidos por cada um deles. A amostra constou de 10 professores de Ciências e 100 de seus alunos, de uma das séries do Ensino Médio da rede pública de ensino. O pesquisador e os 10 docentes criaram uma lista de comportamentos evidenciados em sala de aula para compor o instrumento de avaliação e submeteu-se, com uma escala Likert ao escrutínio de professores e alunos. Foram apurados, de comum acordo os 6 itens mais citados (Responsabilidade do docente; Justiça nas avaliações; Clareza na condução do conteúdo, Criatividade/incentivo docente, Domínio de conteúdo, Relação do conteúdo com o cotidiano) e seus valores transformados em escores e grafados para comparação. Os resultados indicaram que os professores não se percebem do mesmo modo que os alunos, havendo uma tendência de supervalorização do conhecimento docente.Almeja-se que a continuidade de estudos possam subsidiar uma alternativa para a avaliação docente e, portanto, sugere-se investir mais nesse tema nos cursos de formação inicial e continuada de professores. Espera-se com isso Contribuir para aproximar ambos os segmentos e minimizar os conflitos docente-discente em sala de aula.

Palavras-chave: educação, avaliação, avaliação docente.



sexta-feira, outubro 22, 2010

SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA /UNESC

A atividade de Extensão é o principal elo entre a Universidade e a Sociedade, dessa forma a UNESC socializa os resultados decorrentes do Ensino, Pesquisa e Extensão em eventos acadêmicos. Entre os dias 18 a 22 de outubro/2010, aconteceu a I Semana de Ciência & Tecnologia da Unesc com o tema "ÉTICA: Princípios no Entorno da Produção, Veiculação e Disseminação do Conhecimento", com o objetivo de enfatizar a visão estratégica de desenvolvimento com base em uma ação institucional e sistêmica do conjunto de atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas pela Universidade.
Nosso grupo de pesquisa “GP Produção do Conhecimento no Paradigma Histórico-Cultural” se fez presente no evento, principalmente durante todo o dia de 21 de outubro, na Exposição dos Grupos de Pesquisa e dos Projetos de Extensão no Centro de Eventos (ginásio) da Unesc. Na oportunidade o grupo expôs o objetivo de pesquisa, nove dos diversos trabalhos apresentados em eventos em cidades do Brasil e até do exterior. Também foram distribuidos folders com informações sobre o GP, e divulgação do blog.



O evento reuniu 51 expositores, nas mais diversas áreas de pesquisa. Muitas pessoas vieram visitar os standes. Podemos destacar a presença ilustre do Reitor da Universidade Dr. Gildo Volpato, e também do Prof. Ms. Roberto Recart Dos Santos, Prof. Dr. Birgit Harter Marques, entre outros.
Ao final da I Semana de Ciência e Tecnologia da Unesc, a comunidade pode prestigiar um concerto de Música Popular Brasileira, com a Banda do 28º GAC. A apresentação artística aconteceu no Auditório Ruy Hülse, na última noite do evento (22/10), com promoção do Setor de Arte e Cultura.


quarta-feira, outubro 20, 2010

ANÁLISE DA QUALIDADE AMBIENTAL: UMA LEITURA INTERDISCIPLINAR, UM DESAFIO PARA O EDUCADOR

Maria de Lourdes Milanez Goularte

Universidade do Extremo Sul Catarinense


Resumo: A qualidade ambiental em uma escola se constituiu no problema principal da pesquisa relacionada com uma proposta interdisciplinar que pressupôs a interrelação de saberes e o compromisso em educar para uma vida mais saudável. Questiona os referencias e indicadores de qualidade de vida para que se possa desenvolver a proposta com um grupo de professores e alunos numa escola pública. Questiona também os livros descontextualizados, a relação entre a realidade vivenciada e os indicadores de qualidade de vida. Relaciona as ações de cada ator social no desempenho de seu papel como cidadão buscando nos referenciais de geógrafos o entendimento das inúmeras questões ambientais que não pode ficar restrito à forma tradicional de aquisição de conhecimento, fragmentada e descontextualizada. Busca a abordagem interdisciplinar em educadores, para que as diferentes áreas do conhecimento possam constituir com uma nova forma de aprender, de pensar e agir na realidade. O ensinar e educar que se pretende concretiza-se pelo diálogo a ser estabelecido entre os envolvidos, num espaço que não se limita à escola ou à família, mas que abrange todas as relações que se estabelecem no ato de convivência. Um educador que assuma a qualidade de vida como uma meta a ser desenvolvida na sua prática pedagógica e a pedagogia do diálogo para levantar questões e tratá-las dentro de sua especificidade, não esquecendo do diálogo com seus pares para a análise da qualidade ambiental. E, nesta qualidade se insere os indicadores de qualidade de vida que serão detectados pelos professores junto com seus alunos de uma escola pública de ensino fundamental. Esses indicadores servirão como desafio para desempenhar suas funções dentro da proposta estabelecida e percebam a escola como um ambiente e ao mesmo tempo como um processo dinâmico no qual a cooperação a ser estabelecida possibilite o enriquecimento mútuo entre os vários saberes.

Palavras Chaves: Qualidade de vida. Interdisciplinaridade. Diálogo.

Uma escola: suas memórias e contribuições

CONCEITOS DE ENSINO INTERNALIZADOS PELOS LICENCIANDOS DE FISICA

PROCESSO DE INTERNALIZAÇÃO DA FUNÇÃO DOCENTE:

segunda-feira, outubro 04, 2010

IV Colóquio de Educação Ambiental - Balneário Camburiú/SC 23 a 26/09/2010

AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA E.E.B. CORONEL MARCOS ROVARIS

SILVA, L. O. ; OLIVEIRA, M. M. ; FROTA P. R. O.

Mestrado em Educação - UNESC - Criciúma/SC



Linha Temática: Formação em Educação Ambiental formal e não formal; Educação Ambiental em comunidades e movimentos sociais.

Palavras chave: Educação, Ensino de Ciências; Qualidade de Vida;

RESUMO

INTRODUÇÃO - A iniciativa de produções sobre educação ambiental, principalmente nas escolas, nasce da necessidade de reflexão sobre as práticas sociais, em um contexto real marcado pela degradação permanente do meio ambiente e do seu ecossistema. Assim, essa realidade ambiental configura-se crescentemente envolvendo o universo educativo, potencializando o engajamento dos diversos sistemas de conhecimento e a capacitação de profissionais numa perspectiva interdisciplinar. Teixeira, no entanto, diz que percebeu que [...] Educação Ambiental (EA) é muito mais do que trabalhar Ecologia, Biologia ou enfocar apenas “catástrofes” ambientais pré-determinadas. Questões sociais, políticas, culturais, econômicas e pessoais fazem parte, ou pelos menos seria coerente se fizessem, do “currículo” da EA. (TEIXEIRA, 2000, p 71). Nesse sentido, a produção de conhecimento deve necessariamente contemplar as inter-relações do meio natural com o social, incluindo projetos que desenvolvam consciência ambiental e hábitos ambientalmente corretos, garantindo assim a qualidade de vida e consequentemente a saúde da população. Com o propósito de conhecer a realidade geral da escola e do ensino de ciências, considerando aspectos relevantes sobre educação ambiental e educação para saúde, foi realizada uma pesquisa com 51 alunos de faixa etária entre 11 a 13 anos, da 5ª e 6ª série do ensino fundamental da Escola Estadual de Ensino Básico Coronel Marcos Rovaris, localizada no bairro Pinheirinho, do município de Criciúma/SC, quanto aos seus conhecimentos sobre os assuntos de Educação Ambiental: educação para a saúde e qualidade de vida. A maioria dos alunos era de família carente e na maior parte do tempo ficavam longe de casa. Dessa foram, outros objetivos também foram destacados, entre eles: identificar os conceitos dos alunos quanto ao meio ambiente e educação ambiental; quais as sugestões dos alunos quanto à melhor maneira de compreensão nas aulas de ciências; quais as dificuldades encontradas pelos alunos e professores no ambiente escolar; e quais a infra-estrutura da escola e os recursos tecnológicos por ela disponíveis; avaliar as concepções de saúde e higiene pelos alunos. MATERIAIS E MÉTODOS – Este estudo tem como modelo uma pesquisa participante – modalidade de pesquisa ação que se desenvolve a partir da interação entre pesquisadores e membros das situações investigadas. Da interação entre pesquisadores e os alunos resultou um rol de problemas a serem pesquisados e das soluções a serem encaminhadas como forma de ação concreta, dentre elas: amostras de cartazes conscientizantes elaborados, montagem e apresentação de teatro de fantoches, medida da qualidade da água potável da escola, com o intuito de provocar no grupo de alunos formas intervencionais de motivação da Educação ambiental na escola. Como instrumento de para coleta de dados, foram feitas reuniões do grupo para a coleta dos problemas e sugestões, sendo que, as informações foram sistematizadas e analisadas para posterior utilização. Nas reuniões do grupo, inicialmente observou-se pouco interesse e participação por parte dos alunos, mas a partir dos trabalhos pode-se perceber o interesse e empolgação surgindo gradativamente. Por serem carentes apresentaram-se muito apegados aos pesquisadores e percebeu-se que precisavam de carinho como um estímulo a sua inteligência para sentirem-se motivados. Esse interesse em motivá-los algumas vezes passa desapercebido por parte dos professores e da própria instituição escolar, que por força do hábito esquece por vezes da história de vida do aluno. Em relação a isso, KOHLRAUSCH, (1997, p 64) explica que “[...] existe uma estratégia, não percebo nada, que é aquela onde o aluno declara-se incompetente e incapaz perante o trabalho a fazer”. RESULTADOS E DISCUSSÕES - Por meio dos questionários, observou-se uma falta de conhecimento em relação ao tema, sendo que percebeu-se na maioria dos alunos, constrangimento e semelhanças nas respostas. Na questão sobre saúde os alunos destacaram que para ser saudável necessitamos de alimentação sadia, exercícios físicos e felicidade. Quando perguntamos sobre quais as ações mais prejudiciais à saúde, foram destacados, a drogas (álcool, cigarro e drogas ilícitas), a automedicação e as dietas não acompanhadas por um especialista, aliado ao nervosismo (stress). Nas questões relacionadas ao meio ambiente os alunos envolvidos no projeto demonstraram preocupação e citaram maneiras de diminuir os problemas ambientais, mais de forma simples, como a coleta seletiva, e preservação do meio ambiente em vários aspectos. Considerando as respostas dos alunos, entendemos que é necessário capacitá-los na questão de qualidade de vida, ampliando seus conhecimentos quanto à saúde e educação ambiental. KOHLRAUSCH (1997, p 78) discorre que “[...] os conceitos previstos foram abordados de forma interativa, sempre partindo de situações problema, para então construir as explicações teóricas”. Dessa forma, iniciaram-se as ações do projeto, sendo que inicialmente foi fornecido aos alunos papel pardo e lápis de cor para que demonstrassem através de desenhos o que sabiam sobre o tema qualidade de vida. Segundo OLIVEIRA (1997, p11) “[..] cada aluno é constituído por sua cultura, por suas experiências – relacionadas à sua maneira de perceber, vivenciar e interpretar o mundo que conhece”. Em seguida, cada aluno colou aleatoriamente em uma “Pirâmide Alimentar” os alimentos em ordem de importância nutricional. Após foi preparado um “piquenique” com alimentos naturais e saudáveis com a finalidade de enfatizarmos a importância da dieta alimentar e hábitos de alimentação saudáveis. Foi apresentado aos alunos, também, uma peça teatral de fantoches, com uma história criada exclusivamente para este projeto e alusiva ao tema Higiene Pessoal. Ao tratar de cuidados com o meio ambiente, procurou-se destacar a qualidade da água, visto que esta é uma das maiores fontes disseminadoras de doenças que podem acometer o ser humano. Assim, por meio de experimentos simples, como o da cultura de bactérias, os alunos puderam observar os processos químicos e físicos de purificação das águas, realizaram testes qualitativos da qualidade da água e ter uma noção de como isto funciona em uma estação de tratamento de águas. Durante todo o projeto, os alunos receberam orientações sobre os benefícios do esporte e de uma vida saudável, regrada por bons hábitos e exercícios físicos para evitar além da obesidade o sedentarismo. Finalizando as atividades foi realizada uma gincana com toda a escola priorizado assuntos gerais de qualidade de vida e educação ambiental para os resultados do projeto. Percebemos ao finalizar esta etapa que os alunos tinham muito potencial de crescimento em relação aos temas abordados, mas, precisa ser garimpado e muito bem lapidado para que isso tudo se mostre em resultados positivos, do contrário, restam as cenas que por vezes vimos de meninas e meninos ali presos por terem que estar ali, sem ânimo algum para participarem ativamente em propostas como estas. Finalizando-se chegou-se ao consenso que, educar não é somente o ato de repassar conhecimentos, é saber traduzir os conhecimentos para a linguagem dos alunos e também partilhar um pouco do lado afetivo do ser humano, conseguindo com isso a compreensão e o respeito de quem quer ser respeitado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - KOHLRAUSCH, Adriana Barzotti. Aprendiz de professora I: observando aulas de Biologia. In: OLIVEIRA, Daisy Lara de (org). Ciências nas salas de aula. Porto Alegre: Mediação, 1997; KOHLRAUSCH, Adriana Barzotti. Aprendiz de professora II: experiências em sala de aula. In: OLIVEIRA, Daisy Lara de (org). Ciências nas salas de aula. Porto Alegre: Mediação, 1997; OLIVEIRA, Daisy Lara de. Considerações sobre o ensino de Ciências. In: OLIVEIRA, Daisy Lara de. (Org). Ciências nas salas de aula. Porto Alegre: Mediação, 1997; OLIVEIRA, Daisy Lara de (org). Repensando o ensino de ciências a partir de novas histórias da ciência. In: OLIVEIRA, Daisy Lara de. (Org). Ciências nas salas de aula. Porto Alegre: Mediação, 1997; TEIXEIRA, Eduardo Cardos. Problematizando a educação ambiental. In: SANTOS, Luis Henrique Sacchi dos. (org). Biologia dentro e fora da escola. Porto Alegre: UFGS, 2000.

I CICPG _ Florianópolis/SC 13 a 16/09/2010

O grupo de pesquisa do GP Produção de conhecimento no Paradigma Histórico-Cultural, participou do I CICPG _ Florianópolis/SC 13 a 16/09/2010 promovido pela UDESC, realizado no Centro de Convenções em Florianópolis/SC, com apresentação de trabalhos realizados durante as pesquisas, sendo que foram expostos em forma de banner. Participaram ativamente neste evento: Prof. Ms. Miriam da Conceição Martins, Prof. Dr. Paulo Romulo de Oliveira Frota, a aluna Luciane de Oliveira Silva e as acadêmicas Paula F. Variza e Cristini Canever.

Em geral, foi um evento muito produtivo, onde tivemos a oportunidade de conhecer muitos trabalhos desenvolvidos pelas universidades da região sul do país.

quarta-feira, setembro 15, 2010

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E ATIVIDADES NO COMPUTADOR

I CICPG - Sul Brasil I Congresso de Iniciação Científica e Pós-Graduação do Sul do Brasil– Florianópolis/SC – 13 a 16 de setembro de 2010 .
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E ATIVIDADES NO COMPUTADOR

 
Luciane de Oliveira da Silva – luciane26@gmail.com
Miriam da Conceição Martins –
mcm@unesc.net
Paula F. Variza – al@unesc.net
Mestrado em Educação – UNESC-SC

A educação atualmente enfrenta o desafio de despertar o interesse dos alunos na construção do conhecimento significativo. Assim, para dinamizar a prática pedagógica, torna-se importante discutir os fenômenos que ocorrem em nosso cotidiano, dessa forma, as mudanças climáticas, assim como as demais questões ambientais tornam-se atualmente alvo de discussões e pesquisas científicas. A Professora Especialista Luciane de Oliveira Silva desenvolveu um projeto que teve o objetivo de desencadear processos cognitivos nos alunos, afim de compreender a origem e evolução das alterações climáticas e as inter-relações existentes entre os fatores envolvidos neste processo, além disso, utilizou outros meios didáticos como o computador, aliando informática e educação. O projeto envolveu 32 alunos do 3º ano de Ensino Médio, da E. E. B. Walter Holthausen - Lauro Müller/SC, com faixa etária entre 16 a 18 anos, durante as aulas de Biologia. O método de estudo adotado foi a pesquisa bibliográfica. O computador é uma ferramenta capaz de unir tudo isso em um só tempo. Na internet os blogs são considerados importantes centros de formação de opinião, pois é possibilita a compreensão e discussão para interpretação do cenário de mudanças em que vivemos. Em grupo, os alunos criaram blogs discutindo as ações do homem na natureza, por meio de informações e analise dos levantamentos de dados. E como a Informática é forte aliada no processo de ensino-aprendizagem, pois colabora em amplos aspectos para a construção do saber, viabilizando inúmeras informações, os alunos também produziram por meio do programa Windows Movie Maker, vídeos destacando a importância de preservar os recursos naturais. Após, observou-se que os alunos envolvidos, ampliaram seus conhecimentos em relação ao meio ambiente, seu ecossistema e o próprio homem. Posteriormente, todos os trabalhos foram salvos em CD, publicados no blog e apresentados a comunidade escolar.


REFERÊNCIAS


CALLAI, Helena Copetti. O meio ambiente no ensino fundamental. Espaços da escola, Ijuí: Unijuí, v.27. n.4, p. 31-42, jan./mar. 1998;

FRANCO, Roberto K. Org. Informática na Educação: estudos interdisciplinares. Porto Alegre: UFRGS, 2004;

GIORDON, Marcelo. Computadores e linguagens nas aulas de ciências: uma perspectiva sociocultural para compreender a constução de significados. Ijuí: Ed. Unijuí, 2008.

MORAN, José Manuel. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2000;

Souza, Antonio Carlos de. Cialho, Francisco. Otanio, Nito. TCC. Métodos e técnicas. Florianópolis: Visual Books, 2007.

PEDAGOGIA – PERSPECTIVA DE TERMINALIDADE E EMPREGO

I CICPG - Sul Brasil I Congresso de Iniciação Científica e Pós-Graduação do Sul do Brasil– Florianópolis/SC – 13 a 16 de setembro de 2010 .
PEDAGOGIA – PERSPECTIVA DE TERMINALIDADE E EMPREGO Paula F. Variza Luciane de Oliveira da Silva – luciane26@gmail.com Paulo R. de O. Frota – prf@unesc.net Mestrado em Educação – UNESC-SC


INTRODUÇÃO
Desde 1939, o Curso de Pedagogia vem sofrendo modificações que possibilitam diversas mudanças e melhoras na qualidade de ensino. Assim, a pedagogia se expandiu, porém multiplicaram-se os problemas. Neste sentido, a briga eterna entre a docência e a especialização vem sendo o carro chefe que faz dos cursos de pedagogia algo amorfo e sem identidade.
OBJETIVO
O objetivo geral foi levantar o nível de expectativas dos alunos de pedagogia, matriculados no primeiro semestre 2009, quanto a profissão, sua formação e oportunidades futuras de empregabilidade.

 
METODOLOGIA
O estudo pode ser caracterizado como um levantamento, no qual se possibilita caracterizar e descrição qualitativa da amostra em função do objetivo principal da pesquisa. A teoria de base foi dada pelos seguintes autores: Pimenta (1996), Brzezinski (1996, 1997), Veiga (1997), Libâneo (1994, 1998), Silva (1999) e Perrenoud (1999, 2000). A amostra contou com 30 alunos escolhidos por adesão, 29 do sexo feminino e apenas 1 do sexo masculino, com idade variando entre 18 e mais de 28 anos. Para entender sobre as perspectivas dos alunos da Pedagogia têm com a profissão, montou-se uma entrevista semi-estruturada, com 10 questões.

RESULTADOS E DISCUSSÕES
Nos últimos anos o curso de pedagogia da UNESC, bem como em quase todas as universidade, tem se recentido da ausência de matricula que assegurem o funcionamento de grandes turmas. Atualmente, dados do PPP (2006), do Curso de pedagogia da UNESC conta com professores qualificados dentre os quais 3.57% são Doutores; 14,29%, doutorandos; 53,56% Mestres; 14,29%, Mestrandos e 14.29%, Especialistas que já formaram 2.274 professores. Constatou-se que a maioria da amostra ainda é formada por indivíduos solteiros (22), um fenômeno cada vez mais comum na sociedade brasileira. Quanto ao tipo de trabalho que eles realizam, a maioria trabalha em serviço público (16), em emprego privado (9), apenas (2) trabalham por conta própria e (3) não trabalham, porém todos reservam um tempo para o estudo. A escolha do curso geralmente tem a ver com a futura profissão e funções desempenhadas, (21) responderam que escolheram pedagogia porque sempre desejaram ser professor, (5) acreditam que esta é uma boa profissão e apenas (4) afirmam ter outros motivos para a escolha. A amostra acredita que a função do pedagogo na sociedade é pouco valorizada (23), trabalhando (30) em escolas, (3) hospitais e empresas. Quanto a perspectiva de termino do curso a maioria (20) acha que deve haver emprego para todos (15) podendo atuar como pedagogo. Não apenas professores e alunos fazem um curso universitário e assim a amostra aponta como pontos fortes da Pedagogia da Unesc o trabalho de conclusão de curso, a biblioteca informatizada, As oficinas práticas, os laboratórios de ensino e a possibilidade de bolsas e estágios.No interior do curso o relacionamento entre alunos e professores é muito bom (24), a biblioteca tem um grande acervo e é informatizada o que faz com que seja considerada muito boa (18) e esperam do curso (20) uma boa formação teórico - prática e ética que lhes capacite ao exército da profissão, domino cultural e pratico sobre a pedagogia A grande maioria acredita ser fácil arranjar emprego depois de concluído o curso (22) mas poucos acreditam (7) poder melhorar de vida com o exercício da profissão. A amostra acredita que a função do pedagogo na sociedade é pouco valorizada (23), trabalhando (30) em escolas, (3) hospitais e empresas. Quanto a perspectiva de termino do curso a maioria (20) acha que deve haver emprego para todos (15) podendo atuar como pedagogo. Não apenas professores e alunos fazem um curso universitário e assim a amostra aponta como pontos fortes da Pedagogia da Unesc o trabalho de conclusão de curso, a biblioteca informatizada, As oficinas praticas, os laboratórios de ensino e a possibilidade de bolsas e estágios. A grande maioria acredita ser fácil arranjar emprego depois de concluído o curso (22) mas poucos acreditam (7) poder melhorar de vida com o exercício da profissão.


REFERÊNCIAS

CALLAI, Helena Copetti. O meio ambiente no ensino fundamental. Espaços da escola, Ijuí: Unijuí, v.27. UNESC. Projeto político pedagógico da Pedagogia. Digitado.Criciuma, 2006.

BRZEZINSKI, Iria. (Org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.

_____. Formação de professores: um desafio. Goiânia: UCG, 1996.

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? novas exigências educacionais e profissão docente. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1998. (Coleção Questões da Nossa Época: v. 67).

PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed, 1999.

_____. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

SILVA, Carmem Silvia Bissolli da. Curso de pedagogia no Brasil: história e identidade. Campinas: Autores Associados, 1999. (Coleção Polêmica de Nosso Tempo).

SILVA, Jefferson Idelfonso da. A natureza e a especificidade da educação: subsídios para uma reflexão sobre a formação do educador. Em Aberto. Brasília, ano III, n. 7, jun./ago. 1984.

VEIGA, Ilma Passos et alii. Licenciatura em pedagogia. Campinas: Papirus, 1997. (Coleção Magistério

sexta-feira, agosto 27, 2010

Revista Eletrônica de Ciências da Educação
Campo Largo, v. 7, n. 1, jun. 2008.


ESCOLA PADRE SCHÜLLER – FRAGMENTOS ICONOGRÁFICOS.

Tânia Bernadete Serafim Burigo
Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

Paulo Rômulo de Oliveira Frota
Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)



RESUMO
O Grupo Escolar Padre Schuller de que trata esta comunicação situa-se no município de Cocal do Sul, antiga Colônia Accioly Vasconcelos e foi pensada por uma equipe de lideranças da comunidade, como uma saída para a melhoria
educacional de seus filhos, por volta de 1929. Levantados os fundos, comprado o terreno, com a participação de autoridades e do povo em geral, a pedra fundamental foi lançada a 14 de março de 1932 e a inauguração se deu em 10 de outubro de 1932. Com o nome de Padre Schüller, o Cônego João Dominoni batizou a escola recém construída. O Grupo escolar serviu a comunidade de Cocal do Sul, consolidando-se como educandário modelo nas três primeiras décadas de sua existência. O professor Pe Schüller nasceu em 28 de novembro de 1855 na região da Baviera, na cidade de Zweinbrucken, Alemanha. Fez os primeiros estudos na sua própria cidade natal, estudando posteriormente na Holanda em razão do exílio. Em 1879 veio para o Brasil e iniciou seus trabalhos na cidade de São Leopoldo/RS e estendeu suas atividades em outras cidades da Região Sul. Sua principal obra no Brasil foi realizada em Florianópolis, quando fundou a escola Diocesana de São José, escola para crianças pobres reconhecida pelo governo catarinense como grupo escolar. Suas contribuições educativas, a religiosidade, o apelo moral, a disciplina rígida, dentre outras perduram na memória da cidade. Verificamos que em determinada época, as relações disciplinares e pedagógicas se estendiam além dos muros da escola, indo a praça publica, á Igreja e demais espaços da localidade, controlando a vida de todos, professores e alunos. Apresenta-se um conjunto de fotografias antigas de fatos que marcaram a história do colégio e da cidade de Cocal do Sul.

Palavras-chave: educação escolar; história da educação; educação em Santa Catarina.

quarta-feira, agosto 04, 2010

O IV COLÓQUIO DE PESQUISADORES EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO SUL – IV CPEASul

ENCONTRO DA REDE SUL BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL - REASUL

O IV COLÓQUIO DE PESQUISADORES EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO SUL – IV CPEASul, Encontro da Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental, acontecerá no campus de Balneário Camboriú, Santa Catarina, promovido pela Universidade do Vale do Itajaí - Univali, no período de 23 a 25 de setembro de 2010 e terá como temática os “Diálogos sobre sustentabilidade: desafios aos educadores frente às mudanças climáticas”.

O IV CPEASul é um evento regional, mas de abrangência nacional, organizado como parte das comemorações dos 10 anos do Programa de Mestrado Acadêmico em Educação – PPGE, da Univali, e terá como temática os “Diálogos sobre sustentabilidade: desafios aos educadores frente às mudanças climáticas”.

II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) convida pesquisadores, profissionais e estudantes para a segunda edição do Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia (evento vinculado ao Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Ciência e Tecnologia) a realizar-se na cidade de Ponta Grossa/PR, nos dias 7, 8 e 9 de outubro de 2010. O II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia objetiva criar um espaço para estudo, reflexão, troca de experiências, intercâmbio de pesquisas, debates e outras interações dialógicas que visem analisar o contexto de sala de aula como objeto de investigação/ação, tendo como suporte teórico as contribuições da ciência e da tecnologia. Para contribuir com a emersão desse espaço, serão oferecidas conferências, mini-cursos, comunicações e painéis.


DEVIDO AO GRANDE NUMERO DE ARTIGOS RECEBIDOS, FOI PRORROGADA A DIVULGAÇÃO DOS ARTIGOS APROVADOS PARA 31/08/2010

Incrição para participação no evento pelo link: http://www.pg.cefetpr.br/sinect/apresentacao.php

--------------------------------------------------------------------------------